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Procura por leitos cresce 30% na capital devido surto de doença respiratória e dengue; crianças são as que evoluem para estado grave mais rápido, afirma Sesau

Estima-se que o município realize a oferta de vaga de até 30 leitos clínicos e 10 leitos de UTI (Foto: Freepik)
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Após o surto de doenças respiratórias e de dengue, a procura por leitos hospitalares aumentaram cerca de 30% na rede pública de saúde da capital nos últimos dias. 

Crianças menores de um ano e aquelas que estão em idade pré-escolar, estão entre as que apresentam maior probabilidade de evolução para um quadro grave em relação a doença respiratória, segundo noticiou a assessoria de imprensa da  Sesau (Secretaria Municipal de Saúde). 

A alta procura por atendimento nos CRSs (Centros Regionais de Saúde) e Upas (Unidades de Pronto Atendimento) acaba por gerar um tempo maior na fila de espera, uma vez que os casos graves acabam sendo atendidos de acordo com a escala de classificação em relação ao estado de cada paciente.

A Secretaria Municipal de Saúde esclareceu que irá realizar chamamento público para a contratualização de leitos na rede particular do município. Estima-se que a ampliação seja de até 30 leitos clínicos e 10 leitos de UTI.

A entidades ainda ressaltou que já há instituições particulares que demonstram interesse em participar do processo, contudo, antes da publicação do chamamento, não há como informar em quais hospitais os leitos serão abertos

Outra medida adotada pelo município para mitigar o problema é direcionar pacientes que apresentem casos leves de síndromes respiratórias, dengue e outras arboviroses para receber atendimento nas USFs (Unidades de Saúde da Família).

O objetivo é desafogar as UPAs e os CRSs e assegurar a assistência adequada, uma vez que, de acordo com a Sesau, atualmente, mais de 60% do volume de atendimento das unidades de urgência e emergência são de pacientes classificados como as cores azul e verde, ou seja, de menor gravidade e que poderiam ser atendidos na Atenção Primária

Redação Bisbilho MS

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